praticante da fina e complexa ciência do achismo+projeto de mulherzinha crafter
sábado, 31 de julho de 2010
a sala
o banheiro
O legal de ter a SUA casa é que você pode fazer o que quiser nela. Eu sempre tive uns desejos meio bobos, como ter revistas no banheiro, coisa que NUNCA foi permitido na casa da minha mãe. Quando eu dividia apê com minhas amigas, alguns desejos foram realizados, mas sempre com o consenso das três moradoras da casa. Mas agora, agora...
A CASA É MINHA!
***
Depois de ver esse banheiro fofo e ler sobre a vida pós ajuntamento de trapos da xuxu resolvi mostrar também as soluções que encontrei pra deixar meu banheiro assim, uma coisa menos medonha, sabe? Porque apartamento alugado sempre tem uns remendos, e eu definitivamente não vou gastar pra consertar.
Então, vamos lá:
felicidade é...

Eu queria ser a Fernanda Takai.
“ora, por quê?” pergunta o mais desavisado de todos os desavisados do universo. Porque ser uma pessoa de sobrenome tão estranho?
Pois bem, meus caros, porque ela é linda. E não é só isso: ela mora em BH, cidade onde eu definitivamente seria feliz, pela poesia com pão de queijo e montanhas no horizonte, porque ela tem as roupas mais legais-coloridas-e-fofas, porque ela sabe tocar instrumentos musicais e eu, apesar de ter umas coisinhas de percussão, uma gaita e um violão não sei o que é nota musical, pelo maridão (beeeeeeeem, na verdade o meu é bem legal também), pela voz linda (a minha é um horror), pelo cabelo curtinho e no lugar.
E é por isso que sempre que tem show do Pato Fú ou só dela eu estou lá, cantando e babando.
(tudo isso depois de assistir ao programa Som da Vitrola, no Canal Brasil, e revirar o site do Pato Fu atrás de novidades)
sábado, 17 de julho de 2010
caro leitor (há algum?)
meu tempo de militante ficou pra trás, exatamente em 1976. hoje sou uma feliz dona de casa num universo fofo&colorido, mas a revoltada de antes as vezes vem a tona.
Eu sou uma aluna da UNIVESP.
Não, isso não é motivo de orgulho. Apesar do discurso inflamado do governador no dia da aula inaugural, ressaltando que o futuro do ensino superior no país está no ensino a distancia, que nós, os novos alunos da nova universidade havíamos passado por um processo seletivo rigorosíssimo, quase tão concorrido quanto as carreiras mais disputadas da USP no quesito relação candidato/vaga, o que tem ocorrido, para mim, é um sutil desmantelamento da universidade pública. Eu não bati a cabeça nem voltei pra década de 70, mas passei cinco anos da minha vida na universidade pública, com suas qualidades e muitos defeitos, e acho que tenho repertório para fazer minhas queixas.
Vamos voltar para o começo de tudo: o governo do Estado, sob o argumento de oferecer formação de qualidade aos professores em exercício e ampliar o número de vagas na universidade pública, criou a Universidade Virtual do Estado de São Paulo, que funciona em parceria com as universidades estaduais, fazendo uso de seus espaços físicos e de alguns professores para o oferecimento de cursos semipresenciais. Superbacana, até nos depararmos com a realidade posta: alunos UNIVESP não tem acesso aquilo que os alunos da UNESP tem, coisas básicas como biblioteca, lanchonete, carteirinha de meia entrada e de passe (reza a lenda que ela chegará agora no mês de agosto, e olha que somos alunos desde março!), uma sessão de alunos para obtermos informações ou fazermos queixas. E os professores? Temos tutores, que orientam os estudos (a realização das tarefas indicadas na apostila) que apesar do esforço em realizar um bom trabalho, pouco sabem sobre a dinâmica do curso, e uma professora orientadora, que as vezes aparece e não dá conta de tantas reclamações.
Já estamos em julho e pouco aconteceu. Fico pensando cá com meus botões o tamanho desse absurdo, pois no final de três anos sairemos com um bonito diploma da UNESP, provavelmente com metade do repertorio de um aluno do curso regular. Pra mim, o escancaramento da proposta neoliberal está nesse curso, na proposta de abrir mais vagas na universidade pública sem preocupação com a qualidade. E de certo modo tô aqui, compactuando com tudo isso, já que prestei o vestibular, passei, freqüento as aulas e ainda não desisti, como uma boa cordeira.
Por isso tudo que eu concordo com o povo do DCE da USP. Não sei se eles sabem de tudo, se já se infiltraram num curso da UNIVESP pra saber qualéqueé ou se levantam a bandeira do contra só de ouvir falar. O que muito me assusta é não ver o Diretório Estudantil da UNESP falar nada a respeito, e me assusta mais ainda perceber que já passou um semestre e nós, estudantes&sofredores da UNIVESP não termos feito nada além de cartas ameaçadoras, textos toscos e queixas quase-sindicais e pouco maduras para os professores que somos.
Entonces, tô quase partindo pro radicalismo.
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Há algum tempo me encantei pela decotape, pois essa fitinha mágica condensa algumas qualidades primordiais, na minha modesta opinião: é bonitinha, adesiva e plástica, perfeito para a vida muderna. Pois bem, encontrei algumas com estampas bacanas na Liberdade, e elas passaram a ocupar espaço numa gavetinha, junto aos durex coloridos. Sem função nenhuma.
Mas aí que... tchanam!
Encontrei essa estampa aí da foto e, num impulso, de-co-ta-pe-ei minha cozinha!
E que tal?
sábado, 3 de julho de 2010

sexta-feira, 2 de julho de 2010
Entro em recesso “devendo” 6 horas para meu empregador, que decretou a dispensa de ponto nos dias de jogo do Brasil na Copa, com reposição de horas posteriormente. Não é absurdo essa coisa de “dever” para alguém que obtém lucro te explorando?